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	<title>Arquivo de Conceitos Fundamentais - Bem Viver Mais</title>
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	<description>Psicoterapia Online</description>
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	<title>Arquivo de Conceitos Fundamentais - Bem Viver Mais</title>
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		<title>Transtorno de Acumulação: o que é, causas e tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jan 2024 17:55:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você sabia que o hábito de acumular objetos com pouco ou nenhum valor pode indicar um transtorno? Sim, o Transtorno de Acumulação existe e pode trazer diversos prejuízos significativos para o indivíduo que o tem. Isso porque essa condição, além de poder expor a pessoa a situações insalubres – dependendo do item acumulado, contribui para&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que o hábito de acumular objetos com pouco ou nenhum valor pode indicar um transtorno? Sim, o Transtorno de Acumulação existe e pode trazer diversos prejuízos significativos para o indivíduo que o tem.</p>
<p>Isso porque essa condição, além de poder expor a pessoa a situações insalubres – dependendo do item acumulado, contribui para o desencadeamento de outras questões emocionais, como o sofrimento, a angústia e os conflitos (internos e externos).</p>
<p>Neste artigo, vamos falar tudo sobre o Transtorno de Acumulação para que você o conheça e possa perceber se há chances de alguém ao seu redor tê-lo. Boa leitura!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é o Transtorno de Acumulação?</strong><span id="more-2754"></span></p>
<p>O Transtorno de Acumulação consiste no acúmulo de objetos de pouco ou nenhum valor. O portador dessa condição possui muita dificuldade, e até mesmo uma angústia profunda, para se desapegar de tais itens, o que faz com que ele os acumule.</p>
<p>É muito importante diferenciar esse transtorno das coleções. Isso porque o colecionador acumula itens de uma mesma categoria e de forma ordenada.</p>
<p>Enquanto isso, a pessoa acumuladora não tem organização para guardar os objetos e acumula itens que não apresentam valor sentimental ou material.</p>
<p>Além disso, a ansiedade costuma ser uma condição muito forte e presente no Transtorno de Acumulação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais são as causas desse transtorno?</strong></p>
<p>As causas do Transtorno de Acumulação são variadas, mas geralmente estão associadas a fatores emocionais.</p>
<p>Assim, a pessoa acometida por esse transtorno pode já apresentar algum outro problema de saúde mental, como: Depressão, Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), entre outros.</p>
<p>Além disso, muitos indivíduos desenvolvem essa condição para suprir uma necessidade e carência emocional. Outros, acumulam itens por acreditarem que esses podem fazer com que eles se tornem mais importantes para a sociedade.</p>
<p>Cabe mencionar que, além da pré-existência de outras condições mentais e emocionais, existem ainda outros fatores de risco para o Transtorno de Acumulação, como: histórico familiar de acumulação, traumas mal resolvidos,</p>
<p>personalidade indecisa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong><strong>Principais sintomas do Transtorno de Acumulação</strong></p>
<p>Os sintomas do Transtorno de Acumulação podem surgir ainda na adolescência, por volta dos 11 e 15 anos de idade, mas tem uma piora gradativa e significativa à medida que a pessoa envelhece.</p>
<p>Assim, entre os principais sinais dessa condição, estão:</p>
<ul>
<li>Necessidade incontrolável de acumular objetos com pouco ou nenhum valor;</li>
<li>Angústia quando precisa se desfazer desses itens;</li>
<li>As áreas de convívio da casa ficam desorganizadas e cheias com os objetos, impossibilitando o uso delas;</li>
<li>Quando confrontado por pessoas próximas, o acumulador nega ou se constrange, mas não cogita mudar seus hábitos;</li>
<li>Isolamento social, uma vez que a pessoa se sente constrangida;</li>
<li>Pode haver acumulação compulsiva de animais de estimação, mas o indivíduo não consegue suprir as necessidades deles;</li>
<li>Dificuldade para tomar decisões;</li>
<li>Dificuldade para executar tarefas diárias;</li>
<li>Ansiedade, principalmente quando pensa que precisa se desfazer dos objetos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como é realizado o diagnóstico dessa condição?</strong></p>
<p>O diagnóstico do Transtorno de Acumulação é realizado a partir de uma avaliação médica e/ou psicológica. Para isso, o especialista leva em consideração alguns critérios bastante específicos, como:</p>
<ul>
<li>paciente sente muita dificuldade para se desfazer de bens;</li>
<li>Ele realmente acredita que precisa guardar determinados objetos, independente do seu valor;</li>
<li>Os itens acumulados causam desorganização nas áreas de convívio da casa e interferem na forma como elas são utilizadas;</li>
<li>O indivíduo se sente angustiado diante da possibilidade de ter que se desfazer de algum dos seus bens.</li>
<li>Há uma redução da sua capacidade funcional por causa do acúmulo compulsivo, isto é, a pessoa não consegue realizar tarefas simples.</li>
</ul>
<p>Vale dizer que dificilmente a pessoa que sofre com esse problema o reconhece. Por isso, muitas vezes, a sinalização da possível condição é realizada por alguém próximo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Existe tratamento para o Transtorno de Acumulação?</strong></p>
<p>Sim, existe tratamento para o Transtorno de Acumulação, sendo que o principal meio é a psicoterapia.</p>
<p>Ao encorajar o paciente a refletir, as sessões de terapia conseguem auxiliá-lo a modificar a forma como pensa e age. Assim, gradativamente, ele conseguirá reduzir essa carência emocional e, consequentemente, o apego pelos itens acumulados.</p>
<p>Além disso, para que não haja recaídas, o acompanhamento psicológico trabalha a tomada de decisões – considerando que o indivíduo costuma ser indeciso – e a ansiedade – que é uma das molas propulsoras para o acúmulo compulsivo.</p>
<p>No entanto, convém mencionar que a implementação do tratamento costuma ser difícil, uma vez que o acumulador compulsivo não costuma enxergar a sua situação como um problema. Por isso, é tão importante que familiares e amigos auxiliem-no nessa jornada, mostrando a importância de ele se cuidar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como ajudar um acumulador compulsivo?</strong></p>
<p>Como mencionado anteriormente, é indispensável o apoio de pessoas próximas, uma vez que a pessoa acumuladora pode resistir ao tratamento.</p>
<p>Por isso, se você tem alguém do seu convívio que passa por esse problema, aqui vão algumas dicas para ajudá-lo e orientá-lo:</p>
<p><strong>1- Não julgue</strong></p>
<p>A sua ajuda começa em não julgar a pessoa acumuladora. Isso significa que é muito importante ser empático, mostrando a ela que você entende o seu lado.</p>
<p>O julgamento, além de constranger o indivíduo, pode fazer com que ele se feche ainda mais para receber qualquer tipo de ajuda. Portanto, é muito importante ter essa leveza e cordialidade.</p>
<p><strong> 2- </strong><strong>Tenha paciência</strong></p>
<p>Também é importante ter muita paciência, principalmente se você convive na mesma casa que essa pessoa. Afinal, pode ser bastante desafiador estar em um ambiente cheio de itens acumulados, que podem até mesmo impedir o fluxo de pessoas.</p>
<p>Acontece que a falta de paciência com o acumulador pode desencadear nele ainda mais ansiedade e estresse, o que não contribui em nada para a melhora do seu estado.</p>
<p><strong> 3- </strong><strong>Pontue os riscos da prática de acumulação</strong></p>
<p>De forma objetiva, clara e educada, pontue os riscos aos quais a pessoa está exposta ao acumular itens, como:</p>
<ul>
<li>Isolamento social;</li>
<li>Condições insalubres;</li>
<li>Risco de incêndio;</li>
<li>Conflitos familiares;</li>
<li>Desempenho precário no trabalho;</li>
<li>Aparecimento de outras condições mentais, etc.</li>
</ul>
<p><strong>4- Proponha a busca de uma ajuda especializada:</strong></p>
<p>Incentive a pessoa a buscar a ajuda especializada de um psicólogo, caso ela ainda não tenha procurado um. Aponte todos os benefícios que ela terá ao investir na psicoterapia. Você também pode se propor a ajudá-la a procurar um bom profissional e até mesmo acompanhá-la ao consultório, caso as sessões sejam presenciais. Dessa forma, você contribuirá para que ela se sinta mais segura para modificar a sua realidade, que é tão dolorosa e causa tanto sofrimento.</p>
<p>Persista e não a desampare, pois assim como outros transtornos, esse também demanda acompanhamento para o resgate da saúde mental do paciente!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e sua leitura!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Conheça os principais tipos de terapia e decida qual é a ideal para você</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 23:40:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Apesar de existir diversos tipos de terapia, cada uma com um propósito, é importante saber qual é a mais adequada para você e entender quais os objetivos a serem alcançados. A terapia é um campo vasto e diversificado, compreendendo uma variedade de abordagens e modalidades terapêuticas. Portanto, cada uma delas possui suas características e metodologias específicas,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de existir diversos tipos de terapia, cada uma com um propósito, é importante saber qual é a mais adequada para você e entender quais os objetivos a serem alcançados.</p>
<p>A terapia é um campo vasto e diversificado, compreendendo uma variedade de abordagens e modalidades terapêuticas. Portanto, cada uma delas possui suas características e metodologias específicas, adaptadas para atender às necessidades individuais dos clientes.Além disso, a terapia desempenha um papel fundamental na promoção do bem-estar emocional e no tratamento de questões de saúde mental.</p>
<p>Por meio do apoio de um profissional qualificado, ela oferece um espaço seguro e confidencial para explorar emoções, desafios pessoais e encontrar soluções.</p>
<p>Então, se você quer conhecer os tipos de terapia e descobrir qual é a ideal para você, continue lendo nosso artigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Por que fazer terapia?</strong></h3>
<p><span id="more-2724"></span></p>
<p>Fazer terapia pode ser extremamente estimulante por uma variedade de razões.</p>
<p>Assim, ao trabalhar com psicólogos qualificados, você terá apoio para enfrentar desafios, superar traumas e encontrar maneiras saudáveis ​​de lidar com o estresse e as dificuldades da vida.</p>
<p>A terapia também promove o crescimento pessoal, fortalece a autoestima e auxilia na construção de relacionamentos mais saudáveis ​​e gratificantes.</p>
<p>Portanto, é um investimento na sua saúde mental e emocional.</p>
<p>Mas não é só isso! Existem outros motivos para a busca do acompanhamento profissional:</p>
<p><strong>1 &#8211;</strong> <strong>Saúde mental:</strong> a terapia é uma ferramenta eficaz para tratar e gerenciar condições de saúde mental, como ansiedade, depressão, estresse e traumas. Assim, ela oferece um espaço seguro para explorar essas questões, compreender suas causas e desenvolver estratégias de enfrentamento.</p>
<p><strong>2 &#8211; Autocuidado:</strong> fazer terapia é um ato de autocuidado. É uma oportunidade para dedicar tempo e atenção às suas necessidades emocionais, garantindo um equilíbrio saudável em sua vida.</p>
<p><strong>3 &#8211; Autoconhecimento:</strong> a psicoterapia ajuda no processo de autoconhecimento, permitindo que você entenda melhor seus pensamentos, emoções, padrões de comportamento e crenças. Isso proporciona uma base sólida para o crescimento pessoal e a tomada de decisões mais conscientes.</p>
<p><strong>4 &#8211; Resolução de problemas:</strong> a prática também fornece suporte e orientação para lidar com problemas e desafios em diferentes áreas da vida, como relacionamentos, trabalho e família. Portanto, ela oferece estratégias e habilidades para resolver problemas de forma saudável e construtiva.</p>
<p><strong>5 &#8211; Melhoria dos relacionamentos:</strong> ela pode ajudar a melhorar os relacionamentos interpessoais, fornecendo dicas sobre dinâmicas familiares e padrões de comunicação.</p>
<p><strong>6 &#8211; Trauma e superação:</strong> a terapia é eficaz no tratamento de traumas passados, permitindo que você processe e supere experiências dolorosas. O psicólogo pode ajudá-lo a encontrar maneiras saudáveis ​​de lidar com as consequências do trauma e desenvolver resiliência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Quais são os principais tipos de terapia?</strong></h3>
<p>Existem diferentes tipos de terapia, cada uma com um campo de estudo e buscando fornecer apoio em assuntos e temas diversos.</p>
<p>Vamos explicar e falar um pouco sobre os principais tipos para você saber qual é a melhor para você. Confira!</p>
<p><strong>1- Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)</strong></p>
<p>A TCC é uma abordagem terapêutica que se concentra na relação entre pensamentos, emoções e comportamentos.</p>
<p>Ela faz parte da linha de pensamento de que nossos padrões de pensamento podem influenciar nossa maneira de sentir e agir.</p>
<p>Assim, durante a terapia, o terapeuta ajuda o paciente a identificar pensamentos negativos e padrões de comportamento prejudiciais.</p>
<p>Em seguida, trabalha-se na substituição desses padrões por pensamentos e comportamentos mais saudáveis.</p>
<p>A TCC é geralmente um tratamento de curta duração, com foco em objetivos específicos a serem alcançados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2- Terapia Psicodinâmica</strong></p>
<p>A terapia Psicodinâmica é baseada nas teorias de Freud e explora os processos inconscientes e as experiências passadas do indivíduo.</p>
<p>Portanto, o terapeuta ajuda o paciente a analisar como eventos do passado influenciam seus pensamentos, sentimentos e comportamentos atuais.</p>
<p>Então, o objetivo é aumentar a compreensão de si mesmo, identificar padrões de comportamento repetitivos e promover mudanças duradouras.</p>
<p>A terapia Psicodinâmica geralmente ocorre em sessões semanais de longo prazo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3- Terapia Humanista</strong></p>
<p>A terapia humanista enfatiza a importância do crescimento pessoal, da autoaceitação e da confiança.</p>
<p>Assim, nesse tipo de terapia, o terapeuta cria um ambiente de apoio, empático e não julgador para ajudar o paciente a explorar seus sentimentos e experiências.</p>
<p>A terapia humanista valoriza a relação terapêutica, na qual o terapeuta mostra genuíno interesse e respeito pelo paciente.</p>
<p>Portanto, o objetivo é capacitar o indivíduo a buscar seu potencial máximo, encontrar significado em sua vida e promover o autodesenvolvimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4- Terapia Familiar</strong></p>
<p>A terapia familiar se concentra nas dinâmicas e no conforto entre os membros de uma família.</p>
<p>O terapeuta trabalha com a família como um todo, em vez de focar apenas em um indivíduo.</p>
<p>Então, o objetivo é melhorar a comunicação, resolver conflitos e fortalecer os relacionamentos familiares.</p>
<p>Durante as sessões, são discutidos problemas específicos, como questões conjugais, problemas de comunicação, dificuldades na educação dos filhos ou situações de mudança.</p>
<p>Entre os tipos de terapia, a terapia familiar é a que mais visa promover a compreensão mútua, o apoio emocional e criar um ambiente saudável para todos os membros da família.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5- Terapia de Grupo</strong></p>
<p>Uma terapia de grupo envolve a participação de várias pessoas que enfrentam desafios ou problemas semelhantes.</p>
<p>O terapeuta facilita as sessões, proporcionando um ambiente seguro e confidencial para que os membros do grupo compartilhem suas experiências.</p>
<p>A terapia de grupo pode ser uma fonte de suporte emocional, validação e feedback dos outros participantes.</p>
<p>Os membros do grupo podem aprender com as experiências uns dos outros, obter diferentes perspectivas e desenvolver habilidades de relacionamento.</p>
<p>Convém destacar que a terapia de Grupo é especialmente útil para problemas como ansiedade social, dependência química, transtornos alimentares, etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como escolher a terapia ideal para você?</strong></h3>
<p>Escolher entre os tipos de terapia qual é a ideal para você é uma decisão pessoal e dependerá das suas necessidades, influências e circunstâncias individuais.</p>
<p>No entanto, aqui estão algumas considerações para ajudá-lo a escolher a terapia adequada:</p>
<p><strong>1 &#8211; Identifique suas necessidades:</strong> reflita sobre quais são as principais questões ou desafios que você está enfrentando. Por exemplo, você está lidando com ansiedade, depressão, conflitos familiares ou problemas de relacionamento? Identificar suas necessidades ajuda a direcionar a escolha da terapia mais apropriada.</p>
<p><strong>2 &#8211; Analise a relação terapêutica:</strong> a relação entre terapeuta e cliente é fundamental para o sucesso da terapia. Procure um terapeuta com o qual você se sinta confortável e em quem confie.</p>
<p><strong>3 &#8211; Pesquise as abordagens terapêuticas:</strong> leia sobre suas características, métodos e resultados típicos. Considere como cada abordagem pode se adequar às suas necessidades e objetivos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Se estiver em dúvida ou sentir dificuldade em escolher a terapia adequada, é recomendável procurar a ajuda de um profissional de saúde mental.</p>
<p>O psicólogo vai avaliar sua situação e recomendar a abordagem terapêutica com base nas suas necessidades individuais.</p>
<p>Lembre-se de que a terapia é uma jornada pessoal e o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra.</p>
<p>Portanto, é importante encontrar uma terapia que combine com você e que atenda às suas necessidades específicas.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Gostou desse post? Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p>Grande abraço e até breve!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Hiperatividade: conheça alguns sinais e fique atento!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jun 2023 03:04:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A hiperatividade pode ser difícil de identificar. Então, os sintomas podem ser confundidos com sintomas de condições de saúde mental específicas, o que acaba tornando o diagnóstico mais lento. Além disso, psicólogos afirmam que os sinais de hiperatividade são diferentes em crianças e adultos, embora muitas pessoas acreditem que adultos não possam ser hiperativos. A verdade é que eles podem sim&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A hiperatividade pode ser difícil de identificar. Então, os sintomas podem ser confundidos com sintomas de condições de saúde mental específicas, o que acaba tornando o diagnóstico mais lento.</p>
<p>Além disso, psicólogos afirmam que os sinais de hiperatividade são diferentes em crianças e adultos, embora muitas pessoas acreditem que adultos não possam ser hiperativos. A verdade é que eles podem sim e a hiperatividade na vida adulta traz consequências, sobretudo, para a vida profissional e social. No post de hoje, compartilhamos alguns sinais comuns de hiperatividade em todas as idades.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>O que é hiperatividade?</strong></h3>
<p><span id="more-2696"></span></p>
<p>A hiperatividade é um estado de intensa agitação ligado à ansiedade. Ele pode se manifestar por meio de desordem motora ou mental. Por conta disso, a pessoa hiperativa tem dificuldade de ficar quieta, principalmente as crianças.</p>
<p>Crianças hiperativas não são apenas “agitadas”, mas, sim, possuem dificuldade para conter a inquietação crescente, ainda que ela apareça em situações corriqueiras que ‘não deveriam’ causar inquietação.</p>
<p>Por isso, a hiperatividade é, ainda, um sintoma do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), condição do neuro desenvolvimento caracterizada pela falta de atenção e inquietação extrema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>O que pode ser confundido com hiperatividade?</strong></h3>
<p>Normalmente, o TDAH é diagnosticado em crianças consideradas “muito agitadas”, mas é cada vez mais comum que jovens e adultos recebam esse diagnóstico após perceberem certas dificuldades.</p>
<p>Por exemplo, percebem que sempre tiveram problemas para prestar atenção nas aulas e, por isso, iam mal na escola ou na faculdade. Não era uma questão de “má vontade”, “indisciplina” ou “preguiça”, mas de dificuldade de concentração e memorização.</p>
<p>O diagnóstico tardio tende a acontecer porque essa condição é muitas vezes confundida com outras, como o transtorno de bipolaridade, o transtorno de ansiedade generalizada (TAG) e até o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).</p>
<p>Nem todo comportamento que parece hiperativo tem ligação com a hiperatividade. Se alguém já apresentou um ou dois sintomas muitos anos atrás ou recentemente, é provável que eles não tenham ligação com o TDAH ou a hiperatividade. Ainda assim, vale investigar a situação com o médico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como diagnosticar a hiperatividade?</strong></h3>
<p>Assim que os primeiros sinais de hiperatividade forem notados em crianças, os pais já podem levar os pequenos ao médico ou ao psicólogo para fazer uma avaliação.</p>
<p>Já no caso de adultos, eles mesmos podem procurar um profissional ao analisar quais comportamentos hiperativos estão presentes em suas vidas. Para um adolescente ou adulto receber o diagnóstico de TDAH, os sintomas precisam estar presentes desde antes dos 12 anos.</p>
<p>Na consulta com o médico psiquiatra, é normalmente feito um questionário para identificar quais sintomas estão presentes e a sua severidade. Após a avaliação, o médico monta um plano de tratamento e pode encaminhar o paciente para um psicólogo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Qual a idade para diagnosticar hiperatividade?</strong></h3>
<p>Não existe uma idade certa para o diagnóstico da hiperatividade, mas ele costuma acontecer na infância devido à familiaridade de como os sintomas se manifestam nesta faixa etária. Além da família, professores podem identificar comportamentos hiperativos nos pequenos e apontá-los para os pais.</p>
<p>A hiperatividade se manifesta de modo diferente em jovens e adultos, por isso, entender que os sintomas são, de fato, sinais de hiperatividade tende a levar mais tempo.</p>
<p>Não raro essas pessoas internalizam crenças negativas sobre si mesmas em razão do que é dito por terceiros. Por exemplo, se acham preguiçosas, burras ou incompetentes. Assim, essas pessoas não procuram ajuda profissional para tentar entender o seu próprio comportamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Sinais de hiperatividade</strong></h3>
<p>Como dito, a hiperatividade pode se manifestar de diversas formas, tais como:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1- Impulsividade</strong></p>
<p>A impulsividade é um dos sinais mais comuns de hiperatividade. Pessoas hiperativas tomam decisões precipitadas das quais normalmente se arrependem depois. Na vida adulta, a dificuldade para controlar impulsos pode refletir negativamente na sua vida financeira. O indivíduo pode desenvolver o hábito de adquirir objetos ou serviços desnecessários para satisfazer uma necessidade momentânea, endividando-se no processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2- Desorganização</strong></p>
<p>A agitação da hiperatividade se manifesta tanto na inquietação corporal quanto de pensamento. Sendo assim, pessoas hiperativas costumam ser desorganizadas. Elas deixam os cômodos desarrumados e objetos fora do lugar e não se lembram onde os colocaram durante o momento de distração. Da mesma forma, perdem objetos importantes, como chaves ou documentos, com frequência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3- Dificuldade de gerir o tempo</strong></p>
<p>A desorganização também se estende para a capacidade de gerenciar o tempo. Pessoas hiperativas podem se esquecer e se atrasar para compromissos com mais frequência. Não quer dizer que elas não os consideram importantes. Há estudos que apontam que a percepção do tempo é diferente para alguns indivíduos diagnósticos com TDAH, especialmente em crianças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4- Inquietação</strong></p>
<p>A inquietação é um dos sintomas centrais da hiperatividade. Ela pode ser percebida nos seguintes comportamentos:</p>
<ul>
<li>Movimentar os pés e as mãos;</li>
<li>Falar demais ou rapidamente;</li>
<li>Andar pelos cômodos;</li>
<li>Distrair-se facilmente durante uma aula ou atividade que requer atenção prolongada;</li>
<li>Sempre estar mexendo em objetos;</li>
<li>Ter dificuldade para esperar a sua vez; e</li>
<li>Sensação de inquietude, como se algo precisasse ser feito para contê-la.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5- Alterações no humor</strong></p>
<p>Outro sinal de hiperatividade é a alteração no humor. Pessoas hiperativas tendem a sentir emoções intensas, como raiva, frustração e decepção. A impressão passada para os demais é que a pessoa muda de humor rapidamente sem razão ou por motivos demasiadamente simples, como não ter o produto que ela gosta no supermercado. O que acontece, na verdade, é que ela tem dificuldade para controlar as suas emoções e impulsos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6- Dificuldade para lidar com o estresse</strong></p>
<p>A resposta ao estresse também costuma ser elevada. Assim, quem tem hiperatividade sente os efeitos do estresse, como irritabilidade, falta de energia, dificuldade para dormir e alterações nos hábitos alimentares, mais intensamente. Do mesmo modo, têm dificuldade para controlá-los, sofrendo com os efeitos do estresse por mais tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>7- Problemas para completar tarefas</strong></p>
<p>A falta de organização e a percepção diferenciada do tempo acaba prejudicando a conclusão de tarefas dentro de determinados prazos. Pessoas hiperativas conseguem executar e concluir tudo o que se sujeitam a fazer, mas podem se atrapalhar durante a atividade.</p>
<p>A ansiedade para terminar no prazo e seguir o ritmo dos outros pode conduzir a erros e elevar os níveis de estresse. Então, é preciso compreender que pessoas hiperativas simplesmente possuem outras maneiras de fazer as coisas, as quais podem exigir mais tempo. E não há nada de errado nisso!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>8- Baixa tolerância à frustração</strong></p>
<p>Outro sinal de hiperatividade é a baixa tolerância à frustração. Como pessoas hiperativas possuem dificuldade de regular as suas emoções, é comum que não respondam bem à frustração. Por isso, desistem mais rapidamente de atividades que consideram frustrantes ou possuem reações mais exageradas à frustração do que quem não tem hiperatividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como a terapia pode ajudar com a hiperatividade?</strong></h3>
<p>O tratamento para a hiperatividade ou o TDAH em crianças tende a ser composto por vários profissionais, como o médico, o psicólogo, o fonoaudiólogo, entre outros.</p>
<p>Tanto os pais quanto a escola são agentes ativos durante o tratamento, sobretudo, na terapia. O psicólogo precisa conversar com os pais e com o psicólogo da escola ou professores para compreender o quadro da criança e acompanhar a sua evolução. Desta forma, o profissional consegue fazer uma avaliação completa.</p>
<p>No caso dos adultos, a terapia possui várias funções: ajudar na organização pessoal, profissional ou acadêmica, trabalhar a autoestima, ensinar a gerenciar a ansiedade, promover o controle da impulsividade, entre outros.</p>
<p>Através de um conjunto de hábitos e técnicas, pacientes adultos encontram a sua fórmula ideal para lidar com a hiperatividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como lidar com a hiperatividade no dia a dia?</strong></h3>
<p>Além do tratamento com especialistas, pessoas hiperativas podem seguir as seguintes dicas para minimizar o impacto da inquietação no dia a dia:</p>
<ul>
<li>Diminuir o consumo de alimentos estimulantes, como café, chá preto, energéticos, refrigerantes, entre outros;</li>
<li>Praticar meditação para promover um estado mental de tranquilidade;</li>
<li>Simplificar tarefas, quebrando-as em metas pequenas para evitar a sobrecarga;</li>
<li>Praticar técnicas relaxantes, como respiração profunda e visualização, para clarear os pensamentos;</li>
<li>Ter uma agenda, seja física ou digital, para conferir os compromissos do dia e semana;</li>
<li>Praticar exercícios físicos;</li>
<li>Fazer caminhadas; e</li>
<li>Procurar analisar um desejo antes de ceder à impulsividade.</li>
</ul>
<p>A ausência de tratamento da hiperatividade na infância pode fazer com que, na vida adulta, as pessoas tenham dificuldade de regular emoções, gerenciar a frustração, desenvolver habilidades sociais para a convivência profissional e aprender a controlar impulsividade.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Conheça gatilhos emocionais do pânico e como lidar com eles</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 01:52:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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		<category><![CDATA[relacionamentos tóxicos]]></category>
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		<category><![CDATA[Síndrome do Pânico]]></category>
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					<description><![CDATA[O ataque de pânico, assim como muitas emoções de alta intensidade, pode ser desencadeado após o encontro com certos gatilhos emocionais. Por isso, embora não seja uma regra, o mesmo acontece com a ansiedade, raiva, tristeza e medo, conforme psicólogos explicam. Nos sentimos de um determinado modo ao passarmos por uma situação específica ou interagirmos com certos indivíduos.&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ataque de pânico, assim como muitas emoções de alta intensidade, pode ser desencadeado após o encontro com certos gatilhos emocionais. Por isso, embora não seja uma regra, o mesmo acontece com a ansiedade, raiva, tristeza e medo, conforme psicólogos explicam. Nos sentimos de um determinado modo ao passarmos por uma situação específica ou interagirmos com certos indivíduos.</p>
<p>Quando temos consciência dos fatores que possuem capacidade de perturbar o nosso bem-estar emocional, conseguimos desenvolver estratégias para lidar com eles e, assim, evitar desconfortos físicos e psicológicos. Muitos gatilhos podem desencadear o pânico no nosso dia a dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O que é ataque de pânico?</strong><span id="more-2659"></span></h4>
<p>O ataque de pânico pode ser descrito como uma reação do corpo à ansiedade incontrolável. Então, quando uma pessoa se depara com uma situação que desencadeia medo, estresse ou preocupação e não sabe como reagir, ela pode ter uma reação física.</p>
<p>Nem sempre essa situação representa uma ameaça real à sua vida ou saúde mental, mas, por ter dificuldade de gerenciar essas emoções, a pessoa acaba tendo um ataque de pânico.</p>
<p>Apesar de qualquer pessoa poder ter um ataque de pânico, episódios frequentes e em situações que não apresentam perigo são motivos de preocupação. Eles podem evidenciar a existência de uma condição de saúde mental, como a síndrome do pânico e a ansiedade generalizada.</p>
<p>Tipicamente, o ataque de pânico acontece subitamente. Quando já passamos por essa experiência, às vezes é possível prevê-lo ao identificar os primeiros sintomas e tomar atitudes para suavizar a sua intensidade. Embora os sintomas possam variar de pessoa para pessoa, eles tipicamente incluem:</p>
<ul>
<li>Crescente sensação de ameaça;</li>
<li>Medo irracional de morrer ou de perder o controle;</li>
<li>Náusea ou vômito;</li>
<li>Dor de cabeça;</li>
<li>Aperto no peito;</li>
<li>Taquicardia;</li>
<li>Sensação de desmaio;</li>
<li>Dormência nos membros;</li>
<li>Dificuldade para respirar;</li>
<li>Sensação de não pertencimento ao corpo; e</li>
<li>Suor excessivo.</li>
</ul>
<p>Algumas pessoas são mais sensíveis aos sintomas físicos enquanto outras sentem mais sintomas emocionais e psicológicos. Em alguns casos, os sintomas são semelhantes ao de um ataque cardíaco, o que leva as pessoas a visitarem um médico de imediato. Mas, na verdade, o mal-estar foi resultado do pânico crescente.</p>
<h4></h4>
<h4><strong>Gatilhos emocionais comuns do pânico</strong></h4>
<p>Existem vários gatilhos emocionais que desencadeiam um ataque de pânico. Grande parte das pessoas não têm ciência deles, então se colocam em contato com eles repetidamente sem ter a intenção.</p>
<p>Como os sintomas do ataque de pânico são intensos, eles podem levar ao medo de continuar tendo crises, especialmente em lugares públicos. O próprio medo de passar pela experiência novamente se transforma em um gatilho de novos episódios. Por conseguinte, indivíduos escolhem se isolar.</p>
<p>Em seguida, veja alguns dos gatilhos emocionais mais comuns do pânico e como lidar com eles.</p>
<p><strong>1.  Estresse</strong></p>
<p>O estresse é um dos principais gatilhos do pânico, além de ser um agravante para muitas condições de saúde mental. Diversas situações do dia a dia podem desencadear o estresse, como engarrafamentos, longas esperas em filas, interações sociais e múltiplos compromissos profissionais. Sendo assim, é muito fácil encontrar fatores estressores que resultam em desconforto emocional e físico.</p>
<p>Como lidar? É imprescindível praticar o autocuidado para conservar o bem-estar emocional e desenvolver métodos para responder bem ao estresse, como respirar profundamente ou deixar o ambiente por alguns instantes para colocar os pensamentos em ordem.</p>
<p><strong>2. Abuso de substâncias</strong></p>
<p>Quem sofre de ataques de pânico recorrentes costuma apresentar um desequilíbrio da química cerebral. Então, a produção irregular de neurotransmissores, responsáveis pela comunicação das células no sistema nervoso, resulta em uma comunicação ineficiente, a qual, por sua vez, traz uma série de consequências para o organismo. Substâncias como drogas e álcool interferem ainda mais nessa comunicação. A longo prazo, o seu uso pode causar problemas irreversíveis para a saúde mental e física.</p>
<p>Como lidar? Cortar o uso dessas substâncias e seguir o tratamento psiquiátrico e psicológico para a síndrome do pânico. Pode ser necessário buscar a ajuda de instituições especializadas em abuso de substâncias para cessar a ingestão, desenvolver bons hábitos e evitar recaídas.</p>
<p><strong>3. Situações sociais</strong></p>
<p>Situações sociais estressantes podem gerar ansiedade e preocupação. Enquanto algumas pessoas se sentem ligeiramente desconfortáveis em certas ocasiões, outras sofrem de fobia social e transtornos ansiosos que tornam se socializar em um grande desafio. Frequentar lugares movimentados, como shoppings e supermercados, pode se tornar insustentável ao depender da gravidade dos sintomas. Para evitar o desencadeamento de um ataque de pânico, indivíduos podem passar a evitar sair de casa.</p>
<p>Como lidar? Embora o auto isolamento pareça uma boa solução a princípio por cessar a ansiedade e o pânico, ele não ajuda na recuperação da síndrome do pânico. Indivíduos deixam de aprender a lidar com o estresse provocado por situações sociais quando escolhem se afastar do convívio social, o que acaba trazendo problemas para os seus relacionamentos interpessoais. Para reverter essa situação, você pode procurar a ajuda de um psicólogo e convidar pessoas de confiança para participar de ocasiões sociais com você.</p>
<p><strong>4. Estimulantes</strong></p>
<p>Cafeína, bebidas açucaradas, chá preto e farinha branca são alguns alimentos estimulantes da ansiedade que, quando ocupam espaço significativo em uma dieta, ajudam a estimular ataques de pânico. A ingestão excessiva de álcool e o cigarro também intensificam os sintomas da ansiedade.</p>
<p>Como lidar? Modificar os hábitos alimentares para ter uma alimentação mais saudável e balanceada. Por exemplo, a inclusão de fibras, ômega-3 e vitaminas C e B pode ajudar a combater a ansiedade. Para saber exatamente quais alimentos evitar e quais ingerir, visite um nutricionista.</p>
<p><strong>5. Memórias de traumas</strong></p>
<p><strong> </strong>A súbita lembrança de memórias de eventos traumáticos é outro gatilho emocional extremamente comum. Na tentativa de preservar a saúde mental e emocional do indivíduo, o cérebro reprime as memórias do trauma, mas, com o tempo, elas podem começar a vir à tona. Flashbacks de experiências traumáticas são um sintoma comum do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), que também é caracterizado pela frequência de ataques de pânico.</p>
<p>Como lidar? Pessoas que sofrem de ansiedade generalizada, síndrome do pânico, depressão e estresse pós-traumático podem se beneficiar de tratamento para essas condições. Por isso, na grande maioria dos casos, ele consiste em terapia e ingestão de medicamentos prescritos pelo psiquiatra. Além de diminuir a intensidade dos sintomas, pacientes podem digerir as emoções negativas atreladas ao trauma e seguir em frente com as suas vidas.</p>
<p><strong>6. Relacionamentos tóxicos</strong></p>
<p>Relacionamentos tóxicos podem ser especialmente estressantes para quem tem ataques de pânicos recorrentes. Eles não se limitam a relações afetivas. Amigos, colegas de trabalho, chefes e familiares também podem ser tóxicos e interagir com eles no dia a dia agrava a ansiedade e o estresse. Brigas, chantagem emocional, cobranças, manipulação e insultos são alguns aspectos comuns de relacionamentos tóxicos.</p>
<p>Como lidar? Muitas vezes, não podemos simplesmente cortar o contato com essas pessoas. No trabalho, por exemplo, precisamos conviver com todo o tipo de personalidade para concluir o nosso trabalho. Então, precisamos aprender a não sucumbir as influências negativas de indivíduos tóxicos. Já quando podemos limitar o contato, como é o caso de relacionamentos amorosos e amizades, é preferível manter a distância e buscar laços afetivos mais saudáveis.</p>
<p><strong>7. Uso de certos medicamentos</strong></p>
<p>Alguns medicamentos possuem efeitos colaterais que despertam a ansiedade e, consequentemente, geram ataques de pânico. Cada organismo reage a ingestão de medicamentos, especialmente os contínuos, de modo diferente. Enquanto algumas pessoas não sentem nenhum efeito colateral, outras não conseguem continuar tomando o medicamento.</p>
<p>Como lidar? Se você percebeu um aumento da ansiedade após começar a tomar um medicamento, converse com o seu médico.</p>
<p><strong>8. Condições de saúde</strong></p>
<p>Receber o diagnóstico de uma condição de saúde pode ser estressante. Dependendo da gravidade da patologia, preocupações sobre o funcionamento da vida diária e o que o futuro reserva podem começar a atormentá-lo. Você pode sentir uma necessidade quase incontrolável de fazer o que sempre quis, mas não fez por falta de tempo ou medo, e de prover para a sua família para deixá-los confortáveis no futuro. Essa afobação, aliada aos pensamentos negativos, pode facilmente causar ansiedade e ataques de pânico.</p>
<p>Como lidar? Converse com o seu médico para esclarecer todas as dúvidas acerca da doença e como ela afeta o seu corpo. Do mesmo modo, visite um psicólogo para ajudá-lo a lidar com as emoções e o estresse de maneira saudável. Evite, ainda, alimentar pensamentos de cenários trágicos e mantenha o foco no que você pode fazer hoje.</p>
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<p>Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Fobia Social: o que é e como tratá—la!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 17:46:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Psicologia: Distúrbios emocionais]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é fobia social e técnicas de tratamento Sentir timidez em ambientes novos ou repletos de pessoas desconhecidas é muito comum. Assim como vivenciar ansiedade e insegurança em encontros sociais, em ter que falar em público e até mesmo começar em um novo emprego. Mas, caso esse sentimento não melhore aos poucos, mesmo com&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong>O que é fobia social e técnicas de tratamento</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Sentir timidez em ambientes novos ou repletos de pessoas desconhecidas é muito comum. Assim como vivenciar ansiedade e insegurança em encontros sociais, em ter que falar em público e até mesmo começar em um novo emprego. Mas, caso esse sentimento não melhore aos poucos, mesmo com familiarização da situação, então isso pode ser um sinal de <strong>f</strong><strong>obia social</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Também conhecida como transtorno ansioso social, trata-se de um dos distúrbios de ansiedade mais comuns no mundo, afetando entre 3,5% a 16% da população mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de sua pluralidade, esse transtorno precisa ser tratado o quanto antes, principalmente por sua dificuldade em se diferenciar de uma timidez excessiva. A falta de tratamento da fobia social pode fazer com que o paciente, no ápice da doença, chegue ao ponto de cortar qualquer tipo de relacionamento social, prejudicando sua vida pessoal e profissional.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Causas da sociofobia</strong></h2>
<p><span id="more-1403"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Esse distúrbio mental geralmente se inicia na adolescência, mas nada o impede de também ocorrer durante a infância eu até na vida adulta.</p>
<p style="text-align: justify;">Como a grande maioria dos transtornos mentais, a fobia social é iniciada devido a inúmeros fatores, que mesclam questões internas, relacionadas ao emocional do paciente, com temas externos, relacionadas aos desafios propostos por um ambiente desconhecido do mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Suas principais causas e fatores são:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong> Hereditariedade</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">É muito comum que pessoas de uma mesma família apresentem sinais de qualquer tipo de transtorno de ansiedade. Mesmo assim, ainda não há nada comprovado sobre essa relação direta entre os distúrbios e a genética.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="2">
<li><strong> Estrutura cerebral</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Pessoas que possuem a amígdala cerebelosa, responsável pelo controle de nossas emoções, mais hiperativa apresentam maiores chances de sentirem ansiedade e insegurança em situações sociais.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="3">
<li><strong> Traumas</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Pessoas, principalmente crianças, que sofrem bullying, ridicularização ou humilhação pública são mais propensas a sofrerem desse distúrbio. Assim, como vítimas de traumas e acontecimentos negativos (problemas familiares ou abuso sexual) durante a infância e adolescência.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="4">
<li><strong> Temperamento do indivíduo</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Crianças e adolescentes que sempre se mostraram mais tímidos são mais propensos a sofrerem desse transtorno. A certeza pode ser tida quando eles tiveram dificuldade em encarar novos desafios ou interagir com novas pessoas.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="5">
<li><strong> Novas demandas sociais ou profissionais</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Atividades como interagir com desconhecidos, ter que falar em público ou até mesmo apresentar um trabalho são demandas que podem desencadear os sintomas da fobia social no indivíduo.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="6">
<li><strong> Sentimento de não aceitação de si mesmo</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A não aceitação de si mesmo, principalmente fisicamente, devido a um problema no rosto, no corpo ou na pele, gagueira e outras doenças visíveis aumentam as chances de a pessoa desenvolver o transtorno.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Sintomas da fobia social</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">O sentimento de desconforto em momentos sociais e a timidez, principalmente em crianças, não são sintomas que necessariamente apontam para a fobia social. É importante lembrar que cada pessoa se comporta socialmente de forma diferente, devido à sua personalidade. É muito comum existirem pessoas mais reservadas e outras que são bem mais extrovertidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, os sintomas do transtorno de ansiedade social são muitos outros e bem mais complexos do que esses. Eles podem ser divididos em sintomas emocionais, físicos e de atitude.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. Sintomas emocionais</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">São os sintomas da fobia social que mesclam o emocional com o comportamento do indivíduo. Geralmente, são sensações muito acentuadas, como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Preocupação por passar momentos constrangedores ou humilhantes;</li>
<li>Medo de situações em que poderá ser julgado ou que tenha que interagir com quem não conheça;</li>
<li>Ansiedade alta ao esperar por um evento ou por algo;</li>
<li>Medo de demonstrar sintomas físicos que podem lhe constranger, como voz ou mãos trêmulas, excesso de suor ou rubor facial;</li>
<li>Esquiva por medo de constrangimento em fazer coisas em público, falar com pessoas ou onde possa ser considerarado o centro das atenções.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Assim, quem sofre dessa fobia sente-se incapacitado de realizar atividades bem comuns do dia a dia, como: fazer contato visual, iniciar conversas, namorar, frequentar festas e eventos sociais, ir ao trabalho ou à escola, usar banheiros públicos, entrar em uma sala onde todos já estão sentados, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Sintomas físicos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Já, os sintomas físicos mais comuns dessa fobia e que acompanham os emocionais, são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Dor no estômago ou náuseas;</li>
<li>Tontura ou vertigem;</li>
<li>Batimento do coração acelerado;</li>
<li>Diarreia;</li>
<li>Tensão muscular</li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Tratamentos para fobia social</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Os mais tratamentos mais comuns para a fobia social são a psicoterapia e o uso de medicamentos. Como de costume, esses dois tipos de tratamentos devem ser utilizados juntos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Psicoterapia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre as diversas opções de psicoterapia a que apresenta os melhores resultados para o tratamento de fobia social é a psicoterapia cognitiva comportamental.</p>
<p style="text-align: justify;">Nela, o paciente aprende a compreender seus pensamentos de cunho negativo, a ponto de obter uma disposição para alterá-los, graças ao desenvolvimento de habilidade para adquirir confiança em si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste ramo se encontra a terapia cognitivo-comportamental, geralmente a mais comum para esse transtorno. O paciente é exposto com frequência a situações que lhe causam medo e ansiedade, a fim de adquirir maior confiança para encará-las.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Uma nova terapia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, vale destacar um novo tipo de tratamento da ansiedade social que se utiliza de uma novíssima tecnologia. É a terapia de exposição à realidade virtual.</p>
<p style="text-align: justify;">Nela, o paciente vivencia, em cenário controlável e fictício, as principais situações que lhe causam pavor. Ela é realizada com imagens 3D, graças ao uso dos óculos estereoscópicos e fones de ouvido de altíssima tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de recente, essa técnica de tratamento já vem apresentando resultados muitos satisfatórios, inclusive aqui no Brasil. Onde, em estudo realizado pelo Instituto de Psiquiatria da USP com 21 pacientes, obteve 70% de redução dos sintomas da ansiedade social.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>f</strong>obia social é fácil de ser diagnosticada e, o mais importante, tratada. Assim, ao verificar qualquer um desses sintomas ou situações que foram apresentadas aqui, busque ajuda. As chances de sucesso são ainda maiores quando o diagnóstico é precoce.</p>
<p style="text-align: justify;">No texto de hoje, vimos o que é a Fobia Social. Além disso, quais são os sintomas e formas de tratamento. É muito importante lembrar que quanto mais cedo for diagnosticada. mais fácil será de ser tratada.</p>
<p style="text-align: justify;">Quer que seus amigos também saibam um pouco mais sobre o assunto? Que tal compartilhar este post com eles em suas redes sociais?</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Encontrando Sua Missão em 2020!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Dec 2019 16:18:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Não querendo cobrar, mas, já cobrando&#8230;Não tem mais como fugir desse assunto&#8230;Não se tem mais escapatória! Por mais que se tente evitar essa &#8220;grande questão&#8221;, o grande confronto, de algum lado tudo isso volta à tona para nos surpreender. O QUE VOCÊ QUER, MERECE E PRECISA REALIZAR NESSE MUNDO QUE VOCÊ AINDA NÃO CONSEGUIU?!? (Por&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Não querendo cobrar, mas, já cobrando&#8230;Não tem mais como fugir desse assunto&#8230;Não se tem mais escapatória! Por mais que se tente evitar essa &#8220;grande questão&#8221;, o grande confronto, de algum lado tudo isso volta à tona para nos surpreender.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O QUE VOCÊ QUER, MERECE E PRECISA REALIZAR NESSE MUNDO QUE VOCÊ AINDA NÃO CONSEGUIU?!? </strong>(Por favor não me venha com respostas simples e pequenas&#8230;estamos lidando com algo maior por aqui! rsrrs..)<span id="more-1326"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Cada vez mais vemos conteúdos que estão fortemente enfatizando e necessidade do ser humano ancorar sua existência num propósito maior, em um objetivo que seja muito mais do que apenas estar por aqui, encarnado, pagando suas continhas, trabalhando muitas vezes num emprego que não te satisfaz, que você não gosta de fato (o que já é difícil e muito nobre e honrado de sua parte)!</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo isso que pessoas comuns fazem no dia a dia está &#8220;OK&#8221;, está na média, não prejudica ninguém, porém, também não modifica sua realidade, não amplifica seu impacto no mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Você com certeza faz as &#8220;rodas do mundo&#8221; e da sociedade girarem, pois faz &#8220;sua parte&#8221; direitinho, contudo, fica apenas nisso. Você pode querer me questionar: <em>&#8220;Nossa Natália, mas você acha pouco?!!&#8221;</em> Não se trata se ser pouco&#8230;Trata-se de direcionar sua energia e ações para algo um pouco diferente&#8230;Você vai poder seguir pagando suas contas, vivendo com seus entes queridos, passeando onde e como quiser, só que terá <strong>o grande bônus</strong> de saber que está caminhando também com seu objetivo maior nessa vida.</p>
<p style="text-align: justify;">E cá estamos nós para sermos um desses agentes que vêm para te lembrar o que é mais importante na sua vida: seu propósito, sua missão e ainda mais importante: se você está seguindo e está alinhado(a) à ela!</p>
<p style="text-align: justify;">Para ajudá-lo(a) com tudo isso, a pergunta abaixo, feita pelo Bruno Gimenes (terapeuta holístico, escritor e palestrante do Luz da Serra), num de seus vídeos do YouTube a respeito de Missão de Vida, foi a seguinte (para te ajudar a pensar&#8230;):</p>
<h3 style="text-align: justify;">VOCÊ ESTÁ SENDO TUDO O QUE NASCEU PARA SER OU ESTÁ SENDO O QUE DÁ PRA SER?</h3>
<h3 style="text-align: justify;">SE FOSSE FOSSE TUDO O QUE NASCEU PRA NASCER,O QUE VOCÊ SERIA HOJE?</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>E para ajudar a refletir essas questões:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se você fosse <strong>realmente tudo que nasceu para ser</strong>, você estaria trabalhando no mesmo lugar? Você teria a mesma conta bancária? Os mesmos amigos? Os mesmos hobbies, a mesma saúde e mesma aparência? Pense bem a respeito&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Não há problema em estar desalinhado de certa forma, pois estamos sempre buscando nossos próximos objetivos, nos conhecendo e entendendo nossas limitações.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema é estar <strong>completamente fora do seu eixo</strong>, nem mesmo ciente do que você vem fazendo e que isso não faz bem à você, à sua saúde e você merece se sentir e estar alinhado ao seu <strong>verdadeiro EU, conquistando muitas coisas a partir disso.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para descobrir se você está conectado(a) com sua essência real, alinhado(a) à sua missão, ao seu propósito, somente mergulhando em si mesmo(a) e fazendo os testes e exercícios propostos pelo Bruno Gimenes no vídeo abaixo!</p>
<p>https://youtu.be/nH_EtjLNejg</p>
<p style="text-align: justify;">Deixamos você com esse profissional incrível para que tenha suas respostas e possa iniciar seu 2020 com ainda inspiração, realização e felicidade!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Grande abraço, um próspero 2020, com muita saúde e alegria!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Até o próximo artigo! E muitíssimo obrigada por sua companhia e sua leitura por aqui! </strong></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Carreira com Propósito e Felicidade: 3 Pilares para ter Sucesso!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2019 20:27:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Carreira X Felicidade tem sido um assunto extremamente explorado. Absolutamente tudo que diz respeito à carreira e trabalho hoje em dia ganhou, de alguns anos para cá, uma característica extremamente dinâmica, fluída, incerta, porém, também tem estado mais humano, mais flexível (em alguns mercados mais do que outros&#8230;), mais inclusivo e eu diria até mais&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Carreira X Felicidade tem sido um assunto extremamente explorado. Absolutamente tudo que diz respeito à carreira e trabalho hoje em dia ganhou, de alguns anos para cá, uma característica extremamente dinâmica, fluída, incerta, porém, também tem estado mais humano, mais<span id="more-1305"></span> flexível (em alguns mercados mais do que outros&#8230;), mais inclusivo e eu diria até mais &#8220;leve&#8221; (ainda entre aspas, pois há muito para mudar no contexto trabalhista em geral, mas temos muitas iniciativas incríveis e maravilhosas ocorrendo).</p>
<p style="text-align: justify;">Por que digo tudo isso? Porque os cenários estão bem incertos não somente devido às mudanças na economia, na política, nas crises financeiras, mas também, e justamente por tudo isso estar ocorrendo, desde o início dos anos 2010 é que paramos para analisar, buscar modificar e transformar o que &#8220;não estava mais dando certo&#8221; nem &#8220;indo bem&#8221; para que nós mesmos, seres humanos produtivos que movem a sociedade pudéssemos nos desenvolver, nos sentirmos acolhidos, com visão de futuro e muito mais&#8230;como por exemplo:</p>
<p>1- Ter espaço para nossos filhos no ambiente de trabalho;</p>
<p>2- Ter conforto, até mesmo na hora de nos vestirmos para ir trabalhar;</p>
<p>3- Estar aquelas 8 horas por dia num ambiente muito mais carismático e aconchegante;</p>
<p>4- Ter sua saúde mental/emocional igualmente atendida e considerada como a física&#8230;enfim&#8230;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1310 size-full" src="http://bemvivermais.com/wp-content/uploads/2019/12/carreira-feliz.jpg" alt="carreira feliz" width="299" height="168" /></p>
<p style="text-align: justify;">E por aí vai&#8230;! Vocês já devem saber do que estou falando: da grande mudança que muitas empresas estão adotando ou adotaram de poucos anos para cá de modificar o ambiente, os benefícios e os programas de carreira etc para oferecer aos colaboradores cada vez mais motivos para desejarem permanecer ali, evoluir ali, além de atrair, cada dia mais, novos talentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo isso vem ocorrendo pela grande ameaça que vínhamos sofrendo à nossa saúde mental e emocional que ressentiu bastante aos modelos empregados de pressão, competitividade entre outros fatores que são sintomáticos da era ágil que vivemos, porém, como dizemos no mundo corporativo: estamos &#8220;em melhoria contínua&#8221;. Afinal nenhuma dessas evoluções no mundo profissional poderia ocorrer tão fácil e rapidamente, tão &#8220;plug and play&#8221;, nem mesmo em todos os tipos de negócio!</p>
<p style="text-align: justify;">Indústrias terão um desafio muito maior, tendo em vista o baixo grau de conforto enfrentado por profissionais operacionais (chão de fábrica), de linha de produção etc, setor este que não teve (nem terá tão já) tanta condição de evoluir, como em outras áreas de negócio que são menos exigentes quanto a seus ambientes e processos.</p>
<p style="text-align: justify;">Incluo aqui minha percepção (e vivência) nesse desafio enfrentado pelas indústrias: para melhorar na retenção de seus profissionais, diversos programas envolvendo segurança, enquadramento salarial, mérito, programas de certificação e de capacitação, além da grande variedade de benefícios para empregados celetistas e eventos que e empresa proporciona, são os atrativos mais comuns. Dependendo do quê o profissional dá mais importância, uma empresa se torna mais atraente que outra bem facilmente, afetando o índice de Turnover das mesmas. Isso por si só representa muita evolução, mas o ambiente e as atividades seguem engessadas e pouco flexíveis, dependendo bastante da ciência e tecnologia para poder inovar.</p>
<p style="text-align: justify;">Para seguirmos nesse cenário incerto, porém que traz uma sensação de esperança no futuro, <strong>precisamos nos desenvolver em 3 grandes pilares, que nortearão nossa performance e nossos resultados onde quer que trabalhemos e independente da atividade exercida (isso inclui empreendedores também):</strong></p>
<p><strong>1- AUTOCONHECIMENTO:</strong></p>
<p><strong>2- RESILIÊNCIA</strong></p>
<p><strong>3- AUTOLIDERANÇA</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">AUTOCONHECIMENTO:</h3>
<p style="text-align: justify;">Quando não nos conhecemos o suficiente, é muito fácil pender para a área ou o negócio que &#8220;achamos&#8221; ou sentimos ser o &#8220;melhor para nós&#8221;, porém, baseados nas opiniões alheias, seja da mídia, da sua família, dos seus amigos, etc. A tendência é sempre se tornar a média dos que você convive mais, pois há uma necessidade emocional em todo ser humano de pertencimento, de sentir que sua autoestima está boa, sua condição compete com seus semelhantes. Todavia, tal escolha profissional nem sempre está alinhada com seus verdadeiros talentos. E então, vem o sofrimento que você não sabe nomear, as crises de pânico, a depressão, a Síndrome de Burnout, doenças físicas (dores, alergias, &#8220;ites&#8221;) entre outras, que são resultantes da insistência de uma pessoa por trabalhar num local ou negócio acreditando que ali que deve ficar, que nesse local será satisfeito(a), feliz e ser reconhecido(a) como merece.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PORTANTO:</strong> Conheça-se o bastante e tenha a coragem de migrar, de passar pela transição que for necessária para que você possa oferecer ao mundo e a si mesmo aquilo que faz de melhor, o que você verdadeiramente nasceu para fazer. E isso pode ser qualquer coisa: desde realmente fazer parte de um time dentro de uma empresa, até trocar totalmente de área e descobrir que sua performance é infinitamente melhor e te traz mais sensação de realização em ser empreendedor por exemplo, ou consultor, palestrante etc.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>RESILIÊNCIA:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Partindo do ponto de que você já se conhece bastante, você saberá quais são suas forças e suas fraquezas (tendo plena consciência de que ter fraquezas faz parte da raça humana), e poderá entender mais rapidamente onde e como você irá prosperar, com autoconfiança e segurança, e, consequentemente, qual cenário ou contexto trabalhista não fará mais parte de sua evolução. Conforme falado no início desse artigo, o mercado de trabalho está em contante evolução, toda empresa ou negócio está sensível a mudanças, alterando de tempos em tempos seus escopos de tarefas, seus sistemas, suas metodologias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PORTANTO:</strong> se você não souber como se adaptar à tudo isso de maneira otimista, positiva e agregando ainda mais conhecimento para si, o prejuízo será inevitável&#8230;Seja para sua saúde, para seu propósito, nas suas relações etc.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>AUTOLIDERENÇA:</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A liderança está cada vez mais envolvida nos processos e projetos das corporações do que propriamente na condução de perto de suas equipes, servindo apenas como referência, como modelo no que diz respeito à postura, aos valores e resultados que traz para a mesma. E isso gera bastante necessidade de autonomia, independência, capacidade de tomar decisões, de se organizar com as prioridades, ser proativo(a) e identificar pontos de melhoria por parte das equipes, por estarem mais envolvidos nas atividades diárias do que a liderança, exigindo um dinamismo, aprendizado rápido e ampliação de competências comportamentais que transpareçam sua produtividade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PORTANTO:</strong> Se você não souber dizer &#8216;não&#8217; quando precisa priorizar outras demandas, não souber se relacionar com diferentes níveis e áreas (desde o porteiro até o diretor), utilizando linguagens distintas para que todos te compreendam e se sintam corretamente envolvidos, não souber ser resiliente quando a situação aperta, quando uma tarefa não depende só de você para ser entregue, ou quando um assunto importante fica &#8220;no ar&#8221;, no &#8216;limbo&#8217; sem uma solução, você muito provavelmente desenvolverá ansiedade, frustração, alto grau de angústia, stress, podendo sentir ressentimento com pessoas e tarefas nas quais você se empenhou na resolução e, mais uma vez, isso pode resultar em transtornos de ansiedade, depressão, de sono, além das doenças físicas por conta do stress diminuir sua imunidade e as defesas de seu corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">Calma, não é necessário ser um &#8220;super-homem&#8221; nem uma &#8220;mulher-maravilha&#8221; para conseguir se desenvolver nesses 3 grandes pilares, mas é necessário se conhecer o bastante para identificar o que você faz de melhor e te traz felicidade, vontade de viver para realizar &#8216;aquilo&#8217;. A partir daí, ao aceitar-se como é, no seu ritmo, do seu jeito, com suas habilidades, ficará mais natural e fluído recusar certas propostas, se envolver naquilo que traz REALIZAÇÃO, entendendo que, onde quer que você esteja, o mundo irá te exigir resiliência e autoliderança.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que esse artigo tenha lhe feito pensar saudavelmente em sua carreira, em sua saúde emocional e física, pois tudo está junto, e se algo não vai bem, por mais que tentemos a todo custo nos fazer acreditar e passar aos outros que estamos &#8216;ótimos&#8217;, <strong>uma hora o castelo de cartas cai, a saúde desaba, por isso a grande necessidade de despertar para poder viver melhor e mais integramente com sua missão, seu propósito.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inquiete-se, não se acomode, busque ajuda profissional, pois sempre é tempo.</strong> Em minha mentoria <em>&#8220;Carreira de Sucesso&#8221;</em> são esses pilares que trabalho para que você ganhe <strong>motivação, ânimo, força de vontade para superar o que for preciso e começar a se aceitar e enfrentar a realidade que mais te trouxer harmonia e sentido</strong>. Tire suas dúvidas, <strong>fale comigo</strong>! Lá em cima na aba contatos tem meu celular, nosso e-mail. <strong>Faça valer a pena seu tempo aqui neste planeta! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço!</p>
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		<title>TOC – entenda como funciona esse transtorno!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Nov 2019 14:28:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[transtorno obsessivo compulsivo]]></category>
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					<description><![CDATA[Pensamentos que não saem da mente acompanhados de rituais complexos e rígidos comprometem a qualidade de vida de quem tem transtorno obsessivo compulsivo. Jennifer checa a escova de dentes diversas vezes no banheiro para ter certeza de que não engoliu o objeto. Caio passou três horas em idas e voltas pela mesma ponte da Marginal&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Pensamentos que não saem da mente acompanhados de rituais complexos e rígidos comprometem a qualidade de vida de quem tem transtorno obsessivo compulsivo.</h3>
<p style="text-align: justify;">Jennifer checa a escova de dentes diversas vezes no banheiro para ter certeza de que não engoliu o objeto. Caio passou três horas em idas e voltas pela mesma ponte da Marginal Tietê, em São Paulo, sem conseguir chegar ao seu destino. Gleyce teve um ataque de choro ao ver uma panela suja na pia de sua casa. Esses são exemplos reais de pessoas com <strong>transtorno obsessivo compulsivo</strong>  (TOC), uma condição psiquiátrica que atinge ao redor de 8 milhões de brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;"><u> </u>O ponto que une os relatos dessas pessoas é a frustração e o  preconceito que existe sobre o TOC. Muitos ainda se incomodam com o senso comum, que encara o assunto como piada ou uma coisa fácil de ser superada. Não é, não.</p>
<p style="text-align: justify;"><u> </u>Trata-se de um quadro de difícil manejo, <span id="more-1293"></span>marcado por pensamentos inconvenientes que invadem a cabeça sem aviso prévio. Eles são seguidos por um rito ou um comportamento repetido, que serve de escape para acalmar a mente. É o caso, por exemplo, de um sujeito com um pavor irracional de bactérias que deixa de tocar em maçanetas e lava as mãos compulsivamente para não se contaminar.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de afetar tanta gente, pouco se sabe sobre as origens do problema. Acredita-se que seja o resultado da interação de uma falha genética com fatores ambientais. Situações como traumas no parto, abuso nos primeiros anos de vida e até infecções estão associadas à gênese do transtorno.</p>
<p style="text-align: justify;">A infância e a adolescência, aliás, são os períodos-chave para o aparecimento dos sintomas iniciais em mais da metade das vezes. Outras fases e momentos, como o nascimento de um filho, também contribuem: pais e mães predispostos podem desenvolver uma preocupação doentia com o bebê que acabou de vir ao mundo.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O TOC no Brasil</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Uma boa notícia é que o Brasil está na vanguarda científica e obteve avanços memoráveis no que se sabe sobre o transtorno. Em 2003, experts de diversas universidades se reuniram para formar um time voltado exclusivamente a pesquisar o TOC. Eles entrevistaram 1 001 portadores espalhados pelos quatro cantos do país.</p>
<p style="text-align: justify;"><u> </u>Um dos principais achados foi a relação do TOC com uma série de distúrbios psiquiátricos: 68% dos respondentes sofriam ao mesmo tempo com depressão, 63% conviviam com quadros de ansiedade generalizada e 35% foram diagnosticados com fobia social. Ou seja: aqui ter mais de um transtorno mental é regra, e não exceção, o que modifica o tratamento receitado. Os levantamentos ainda mostraram que um terço dos pacientes já teve desejos de se suicidar e 10% haviam efetivamente tentado se matar, o que reflete a gravidade desses pensamentos e comportamentos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>É TOC ou não?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><u> </u>Mas como diferenciar uma pessoa com TOC daquela que apenas gosta das coisas devidamente organizadas?  Se os rituais começam a tomar tempo, interferem na qualidade de vida, atrapalham a capacidade de estudar e trabalhar ou geram angústia e solidão, é preciso buscar ajuda. A preocupação se inicia quando eles ocupam mais de uma hora por dia e fazem o indivíduo se atrasar ou até desistir de seus compromissos.</p>
<p style="text-align: justify;">E é aí que deparamos com outro dilema: a demora entre o início do transtorno e o seu diagnóstico. A média é de dez a 14 anos para procurar o médico, o que faz do TOC a doença do segredo. Os gargalos são a falta de conhecimento dos próprios profissionais de saúde sobre a enfermidade e, mais uma vez, o estigma de ser tachado de “louco” numa sociedade que não encara as condições psiquiátricas com muito respeito. O paciente compreende que suas atitudes são absurdas e os ritos desnecessários, mas não consegue deixar de segui-los.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>O tratamento</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><u> </u>A partir do diagnóstico, feito no consultório por meio de uma conversa e uma avaliação, o médico começa a traçar a rota de recuperação. A primeira coisa a se fazer é a psicoeducação para explicar direitinho o que é o TOC, suas características e seus riscos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sequência, vêm a terapia cognitivo-comportamental e os remédios da classe dos inibidores seletivos de recaptação de serotonina, normalmente prescritos no combate à depressão. A união dessas duas estratégias em um tratamento de longa duração é a que costuma trazer os melhores resultados – cerca de 60% mantêm um bom controle com o esquema.</p>
<p style="text-align: justify;">Não dá pra se esquecer da família nesse processo. Muitas vezes, os parentes participam dos rituais, pois sabem que desobedecer às regras do indivíduo desemboca em atritos. O correto seria não ceder a exigências e manias. Ele até pode ficar ansioso ou agressivo, mas isso vai durar pouco. Se compactuar com as compulsões, todos se tornam reféns do TOC para sempre.  O esforço de negar as vontades e agir com firmeza deve ser orientado pelo profissional de saúde. Ao longo das terapias, o paciente é incentivado a questionar seus pensamentos e modificar os comportamentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><u> </u></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Manifestações diferentes do TOC</strong></h3>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Tudo precisa ficar estritamente organizado, alinhado, ordenado… Algo que fuja do padrão gera calafrios e irritação. Eis um dos principais subtipos do transtorno.</li>
<li>Há aqueles que criam um medo gigante de contaminação. Isso os impede de tocar em portas e corrimões. Existe uma dificuldade de visitar lugares como hospitais e cemitérios.</li>
<li>Um terceiro grupo não sai de casa sem olhar várias vezes a fechadura, o gás ou as torneiras. Eles cumprem uma maratona de ritos e cultos que demoram desde minutos até algumas horas.</li>
</ol>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>E os acumuladores?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Por décadas, quem não jogava nada no lixo era classificado de obsessivo compulsivo. Mas o critério mudou, e hoje essa enfermidade é reconhecida como um problema independente. No TOC, esse sintoma até aparece, mas é um fator secundário a outros comportamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos que tenham gostado do artigo e que possam voltar sempre para acompanhar nossas próximas postagens! Muito obrigada por sua presença por aqui e, aproveite para compartilhar esse conteúdo com quem você acredita que possa se beneficiar dele, em suas redes e deixe seu comentário ou dúvida!</p>
<p style="text-align: justify;">Grande abraço e até breve!</p>
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		<title>Você já ouviu o termo &#8216;Mind Positive&#8217;?!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2019 18:55:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Deixe-me explicar do que se trata&#8230; Há um NOVO e IMPORTANTE movimento nascendo na internet e seu nome é &#8216;Mind Positive&#8217;. O termo foi criado pela jornalista e nano digital influencer Bruna Said, de Campinas-SP, e está sendo disseminado pelas redes sociais, sites e blogs há alguns dias! Em complemento ao movimento já bastante conhecido, &#8216;Body&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Deixe-me explicar do que se trata&#8230;</h3>
<p style="text-align: justify;">Há um NOVO e IMPORTANTE movimento nascendo na internet e seu nome é <strong>&#8216;Mind Positive&#8217;</strong>. O termo foi criado pela jornalista e nano digital influencer <strong>Bruna Said</strong>, de Campinas-SP, e está sendo disseminado pelas redes sociais, sites e blogs há alguns dias!</p>
<p style="text-align: justify;">Em complemento ao movimento já bastante conhecido, <strong>&#8216;Body Positive&#8217;</strong>, o <strong><em>Mind Positive</em></strong> traz em sua raiz <span id="more-1261"></span>algo que a sociedade deveria se lembrar de cuidar SEMPRE, no decorrer de toda a vida (desde a infância!), que é a <strong>AUTOESTIMA e também a habilidade em manter (sempre que possível) a mente positiva!</strong> Capacidades estas que, infelizmente, não tivemos o costume e não fomos educados o suficiente (AINDA!) para todos os dias cultivar e trabalhar tudo isso dentro de cada um de nós!</p>
<p style="text-align: justify;">A positividade e a aceitação com relação ao nosso corpo, que é a proposta do <strong>Body Positive</strong> (além do amor próprio e respeito às escolhas das pessoas), é algo realmente FUNDAMENTAL, porém, como todo tipo de informação e de opinião na internet flui muito desordenadamente, algumas pessoas passaram a tomar apenas uma postura de ódio, pregando a liberdade pela liberdade, sem levar em consideração o processo e o ritmo que cada pessoa tem para entender tudo isso, internalizar os conceitos e, se quiser (por que não?), discordar também.</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que todo movimento em prol da saúde do Ser Humano de forma geral deve ser respeitado. O que busco expor para pensarmos por aqui é em suas ramificações que ganham tamanho também muito rápido, contudo, acabam fugindo de seu conceito original e maior: o &#8220;APRENDER A SE CONHECER, SE RESPEITAR E SE AMAR COMO REALMENTE É!&#8221;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Como se posicionar então? Em que exatamente devemos focar?</h3>
<p style="text-align: justify;">É necessário que nos concentremos na <strong>saúde emocional</strong> das pessoas, e, para cada um, isso pode ser diferente, por isso a enorme incompatibilidade em se ter padrões de beleza (ou de saúde física também!) estabelecidos como métricas em que todos devemos nos encaixar. Todo tipo de exigência, se pensarmos bem, é absurda, quando já sabemos que cada um tem sua genética, seu biotipo, sua criação cultural, suas preferências e seu bem estar baseado em coisas distintas de seu próximo.</p>
<p style="text-align: justify;">Então podemos dizer, com 100% de certeza, que será impossível uma pessoa se aceitar e se amar sem que, antes e, em paralelo a isso, sua autoestima e seu autoconhecimento sejam incentivados a trabalhados. Além disso, é imprescindível que tenhamos a positividade como norte, antes de dirigir nossa atenção e esforço apenas aos formatos e liberdade de expressão dos corpos. <strong>É como se o &#8216;Mind Positive&#8217; fosse um caminho para se chegar ao &#8216;Body Positive&#8217;. Um não anda sem o outro!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como muito dizemos aqui no Blog da Bem Viver+,<strong> saúde física e emocional/mental caminham JUNTAS!</strong> Não há meio de separá-las. Estarão sempre e constantemente influenciando uma a outra.</p>
<h3 style="text-align: justify;">E o que mais é importante, na verdade fundamental, que você saiba:</h3>
<p style="text-align: justify;">Pela visão holística, que há nas terapias complementares atualmente, devemos inclusive considerar a <strong>saúde espiritual</strong> também. Algo que, infelizmente nossa medicina ocidental, tradicional e cartesiana não reconhece. Ou seja, jamais devemos colocar no topo apenas um &#8220;ator principal&#8221;, mas sim todo o elenco que nos forma como somos: <strong>seres humanos que comportam diversas dimensões, existindo no mundo de diversas maneiras que não somente um corpo no espaço físico.</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">Concluindo&#8230;</h3>
<p style="text-align: justify;">Essa não é uma discussão nova, contudo, os movimentos e a disseminação desses conceitos e suas repercussões pela internet e Redes Sociais, são sim, algo bastante novo, que permite que tudo e todos possam se expressar (o que é ótimo, porém exige cautela de quem está lendo e assistindo aos conteúdos!).</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, temos de tomar cuidado com as posturas radicais adotadas por aí, com seus discursos de ódio contra padrões (quaisquer que sejam), e também não cair nos discursos de sempre da indústria e da mídia do emagrecimento, que segue pregando as mesmas métricas e velhas receitas, como se todos fossem ser felizes e realizados daquela determinada forma, quando sabemos, há tempos, que <strong>NÃO SÃO.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não somente não são todos felizes com esses padrões como também acabam adoecendo. Se não entram para a triste estatística que só cresce do número de pessoas com Depressão no mundo, entram nas estatísticas das outras doenças mentais e transtornos relacionados à essa vida de &#8220;tentar se encaixar e se emoldurar&#8221; aos modelos, podendo ir de um transtorno do espectro da Ansiedade (como pânico, crises de ansiedade ou compulsões), até Transtornos Alimentares como Bulimia, Anorexia e os demais já bastante conhecidos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Proposta Final:</h3>
<p style="text-align: justify;">Ao invés de nos posicionarmos apenas para ir de encontro e confrontar os movimentos criados, por que não começamos, cada um consigo mesmo, a nos conhecermos, valorizando, honrando e respeitando nossa história, aprendendo aos poucos a entender e aceitar nossas características como são, sem olhar pra si com crítica, com ódio, mas sim, buscando entender que não temos defeitos ou problemas, apenas diferentes características e, após isso, iniciar um auto cuidado e preservação, fazendo tudo que estiver ao nosso alcance por nossa saúde, para termos, principalmente, alegria e qualidade de vida, para podermos viver mais e melhor. Somente assim para aceitarmos  nosso próprio padrão, evitando doenças emocionais (e físicas também). Comece com você!</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos que tenha usufruído e gostado desse conteúdo! Aproveite a passe na aba &#8216;VÍDEOS&#8217; lá em cima, pois também será publicado o vídeo da criadora do &#8216;Mind Positive&#8217;, Bruna Said. Até breve!</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Para verificar o texto da Bruna que lançou o Mind Positive, é só clicar <a href="https://www.terra.com.br/noticias/dino/movimento-que-visa-positividade-com-a-mente-e-criado-em-campinas,1f91737c6d3cee7cca60e92db51c0775isn2m7s1.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">AQUI!</a></li>
<li style="text-align: justify;">Caso queira conhecer melhor a criadora desse movimento, acesse seu site: <a href="http://brunasaid.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://brunasaid.com.br/</a></li>
</ul>
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		<title>Nosso Eu Crítico e o Julgamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flavia Merschmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Aug 2019 19:26:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos Fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
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		<category><![CDATA[psicanálise]]></category>
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					<description><![CDATA[Para que nossa mente funcione adequadamente (isto é, de forma mais completa e saudável), desenvolvemos ao longo da vida e das experiências vividas, estruturas que funcionam separada e complementarmente. Na Psicanálise, por exemplo, chamamos de ID, EGO e SUPEREGO. Contudo, hoje a intenção é explicar apenas uma parte disso, de forma mais simples e compreensível!&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Para que nossa mente funcione adequadamente (isto é, de forma mais completa e saudável), desenvolvemos ao longo da vida e das experiências vividas, estruturas que funcionam separada e complementarmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Psicanálise, por exemplo, chamamos de <strong>ID, EGO e SUPEREGO.</strong> Contudo, hoje a intenção é explicar apenas uma parte disso, de forma <span style="text-decoration: underline;"><strong>mais simples e compreensível!</strong></span></p>
<h3 style="text-align: justify;">Comecemos pelo básico: <span id="more-1239"></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Nós temos a nossa mente primitiva, que comporta nossos instintos de sobrevivência e as funções corporais mais básicas comandadas pelo cérebro e pelo SNC (sistema nervoso central), tais como fome, sede, sono etc, que regulam nossa sobrevivência.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o passar dos anos passamos a desenvolver estruturas mais complexas, como nossa personalidade, nossos gostos, entendendo, a cada ano que passa, aquilo que mais faz sentido para nós, que nos deixa mais satisfeitos, felizes e o que faz o efeito oposto.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo isso que passa a fazer parte e compor nossa identidade, é afetado diretamente e profundamente pelas relações familiares, entre outras. E é nesse caminho de descoberta de nós mesmos, que vamos ampliando, a cada nova vivência, o nosso próprio código de valores, tentando interpretar, no máximo de nossas habilidades (e isso varia muito de pessoa para pessoa), o que é <strong>CERTO E ERRADO</strong>, o que é <strong>MELHOR E PIOR</strong> para nós e aqueles à nossa volta. E você deve saber&#8230;.Esses conceitos são extremamente voláteis! Ou seja, variam muito, são subjetivos (se formam de acordo com a experiência e opiniões individuais). Portanto estamos vivendo sempre a mercê dessas múltiplas possibilidades de agir e, o que transforma o ponto de vista de cada ser humano em algo relativo à sua existência até aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">E aqui entra o miolo, a principal ideia que gostaria de expor aqui à vocês:</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme o tempo passa, tendemos a ser cada vez menos versáteis e flexíveis, pois esse nosso &#8216;código de valores&#8217; e a ética exigida na sociedade, cada vez mais se solidificam em nossas mentes, e, as vezes sem querer, deixamos de exercitar a &#8216;mente aberta&#8217;, e empatia, pois percebemos e sentimos muito com tudo que já nos fez muito mal e que nos prejudicou e queremos, é claro, evitar tudo isso o máximo possível.</p>
<p style="text-align: justify;">Okay, contudo, o movimento que fazemos em paralelo a isso tudo (e que muitas vezes nem percebemos), é o crescimento e solidificação também do nosso <strong>EU CRÍTICO!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O nosso <span style="text-decoration: underline;"><strong>Crítico Interno</strong></span> amadurece a cada dia e vivência e, assim como peneiramos todas as situações e atitudes das pessoas alheias em nosso <strong>código de valores (</strong>através do julgamento que fazemos 24 horas de tudo a nossa volta), passamos também a julgar, criticar e moldar, nossos próprios comportamentos escolhas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tudo bem, mas, qual o problema disso até aqui?!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O grande problema começa, quando, ao invés de passar nossas atitudes e escolhas por essa &#8220;peneira&#8221; através do autoconhecimento, possibilitando a auto-empatia, a compreensão de que posso modificar e flexibilizar o que me torna mais sábio(a) e saudável, fazemos apenas uma parte do processo:</p>
<p style="text-align: justify;">A DE APENAS NOS CRITICAR, NOS JULGAR, NOS COBRAR, NOS EXIGIR A SERMOS CADA DIA MAIS CONDIZENTE COM O QUE A PENEIRA (CRÍTICO INTERNO) ESTABELECE COMO LEI, COMO VERDADE. Como se viver fora disso ou tentar fazer as mesmas coisas de outra maneira, com outro ritmo e olhar, com outros sentimentos não vividos ainda, fosse um crime!</p>
<p style="text-align: justify;">Quando isso passa a ocorrer, os julgamentos são cada vez mais fatais e rígidos, além de mais rápidos e e implacáveis. Não permitindo que nossa autoestima, o amor próprio, a e autoconfiança e a autoaceitação possam crescer. Afinal, se o crítico é rígido e não permite pontos fora de sua curva, ao tentar pensar diferente, fazer diferente, se amar diferente, se relacionar consigo e com os outros de forma diferente, a peneira vai &#8220;bugar&#8221;, vai entrar em contradição, e frear tais comportamentos que poderiam ser libertadores!</p>
<p style="text-align: justify;">Toda vez que nos criticamos com muita frequência e força, que não nos permitimos fazer, ser, falar, o que nosso coração está de fato sentindo, quer dizer que estamos muito apegados ao nosso código, ao Eu Crítico. E por isso devemos tomar cuidado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nosso crítico interno, nosso código de valores </strong>serviram e sempre servirão para nos manter fora de encrenca, para sabermos diferenciar o que nos faz bem do que não faz, e está tudo certo até aqui! Afinal vivemos em sociedade e, mesmo não aprovando o comportamento e escolhas alheias, temos que aprender à, ao menos, respeitar tal diversidade e aceitar que, certas diferenças, até nos complementam e nos fazem muito bem!</p>
<p style="text-align: justify;">O alerta que gostaria de deixar à todos é com relação à esse processo do crítico quando ele ocorre de nós para nós mesmos. Será que seu crítico interno está te preservando e precavendo, ou está na verdade te impedindo e te afastando de tantas descobertas bacanas, atitudes novas ou apenas diferentes que te levariam a um próximo nível de maturidade emocional? De evolução humana?!</p>
<p style="text-align: justify;">Repense seu código de valores! Todo código merece ser revisto e reescrito de tempos em tempos, para possamos ABRIR ESPAÇO PARA O NOVO, O DIFERENTE E PARA O QUE MUITAS VEZES JÁ EM NOSSO CORAÇÃO, E QUE NOS FARÁ UM SER HUMANO MELHOR E MAIS FELIZ!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que seu crítico interno vem impedindo você de dizer, de fazer, de decidir, de se permitir, que caso você fizesse, apesar de parecer perigoso, apenas te libertaria, te faria mais leve e satisfeito(a)?!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>E lembre-se sempre: não adianta libertar-se de um certo hábito, de um código de atitudes e comportamentos, adquirindo outros sem assertividade, sem inteligência emocional, sem empatia ao próximo. Todos nós temos a possibilidade de nos melhorar e evoluirmos sem que, para isso, precisemos destruir o outro, passar por cima de algum sentimento alheio ou desrespeitando as pessoas à nossa volta!</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Espero de coração que esse conteúdo possa ter lhe feito refletir e chegar em conclusões que tragam mais amor próprio, mais autoconhecimento e alegria à sua vida! Se gostou, compartilhe com quem você acredita que também se beneficiará de artigo! Deixe também seu comentário para sabermos que você passou por aqui!</p>
<h3 style="text-align: justify;">Artigos relacionados que também podem lhe interessar:</h3>
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<p style="text-align: justify;">Grande abraço!</p>
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